Quando era criança, um dos filmes que mais me conquistou foi Meu Malvado Favorito. Lançado em 2010, o filme foi produzido pela Illumination Entertainment e dirigido por Pierre Coffin e Chris Renaud. A obra foi indicada ao Oscar de Melhor Filme de Animação e logo se tornou um sucesso mundial.

O filme conta a história do vilão Gru, que tem como objetivo roubar a Lua. Para conseguir isso, ele precisa de um raio encolhedor e planeja roubá-lo de outro vilão chamado Vector. No entanto, seus planos são interrompidos quando três órfãs, Margo, Edith e Agnes, surgem em sua vida e mudam sua perspectiva, o levando a reconsiderar suas ações.

Algo que sempre me chamou a atenção em Meu Malvado Favorito foi a riqueza de detalhes em relação aos personagens. Gru é retratado como um vilão malvado, mas encontra na adoção das três meninas uma nova razão para sua vida. As meninas, por sua vez, são retratadas com personalidades únicas, com destaque para Agnes e sua paixão por unicórnios.

A aventura que acompanha o enredo é emocionante e divertida, trazendo uma série de obstáculos que os personagens precisam superar para alcançar seus objetivos. Além disso, o filme tem um tom de humor peculiar, que faz com que seja impossível não dar algumas risadas durante a exibição.

Outro ponto que sempre me encantou foram os minions. Esses pequenos seres amarelos são ajudantes de Gru e são responsáveis por boa parte das cenas engraçadas do filme. Com seu jeito desastrado e amor incondicional por bananas, eles rapidamente se tornaram um dos símbolos de Meu Malvado Favorito e ganharam até mesmo um filme solo.

Em resumo, Meu Malvado Favorito foi um dos filmes de animação mais importantes da minha infância. Além de ser um entretenimento cativante, a obra também trouxe uma mensagem importante sobre a importância da família e da redenção. Personagens distintos, aventuras emocionantes e humor irreverente tornam essa obra uma fonte de diversão atemporal.